Tesoura, máquina ou dedo? Cada técnica de tosa existe por um motivo — e escolher a errada pode machucar a pelagem que deveria proteger o seu pet.
Tosa na tesoura: para quem tem pelo que cresce
Poodles, Bichons, Schnauzers e Lulus têm pelo que não para de crescer, como o nosso. A tosa na tesoura corta fio a fio, respeitando o formato da raça e o ritmo de crescimento. É indicada a cada 30-45 dias e exige mão firme — não tem atalho.
Trimming: para pelagens duras que precisam respirar
Schnauzers, Westies e Yorkshires têm pelagem dura, dividida entre uma camada externa protetora e uma interna macia. O trimming corta essa camada externa sem tirar a proteção natural do pelo — por isso evitamos máquina no dorso dessas raças. O resultado é uma pelagem que continua impermeável e firme.
Handstripping: pelo puxado a dedo, literalmente
O handstripping é a técnica mais artesanal de todas: o pelo morto é removido a dedo (ou com uma faca própria), seguindo o ciclo natural de troca da pelagem. Não corta, arranca — o que preserva a textura e a cor original do pelo. É recomendado a cada 8-10 semanas e pede uma tosadora especializada, como a nossa Luísa.
Qual técnica é a certa para o seu pet
- Pelo que cresce sem parar (Poodle, Bichon, Schnauzer, Lulu): tosa na tesoura
- Pelagem dura de dupla camada (Schnauzer, Westie, Yorkshire): trimming
- Raças de pelo fio duro que fazem exposição ou que preservam a textura original: handstripping
- Na dúvida: nossa equipe avalia a pelagem no primeiro atendimento e recomenda a rotina certa
Na Toy, cada tosa começa com uma conversa sobre o estilo de vida do seu pet — porque a técnica certa não é sobre estética, é sobre respeitar o que aquele pelo foi feito para fazer.
